
A justiça de Tóquio, no Japão, aprovou neste domingo (23) um requerimento de promotores para manter o ex-presidente da Nissan Carlos Ghosn por mais 10 dias na prisão.
Esse aval vai permitir a investigadores aprofundar apurações sobre alegação de quebra de confiança contra o empresário franco brasileiro. Ele ficará detido até 1º de janeiro.
A suspeita é de que Ghosn tenha causado perdas de 1,8 bilhão de ienes (R$ 63 milhões) à montadora. Ele foi detido em novembro por omitir 5 bi de ienes em declarações de renda.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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