
Os coordenadores do “Me Lembra que eu Vou” lamentaram os incidentes na internet e destacaram que o cortejo vem sendo preparado há dez meses. Patrícia Monteiro, uma das fundadoras do “Não Serve Mestre”, afirmou que os organizadores foram convocados pela Prefeitura ontem para discutir opções de remanejamento: “nos disseram que estava muito perigoso. Muitas brigas, roubos, arrastão. A gente ainda não sabe como vai ser essa mudança. É complicado, mas não podemos colocar a integridade física das pessoas em risco”.
Desde o pré-carnaval, o grande número de pessoas que permanece no local após o encerramento dos desfiles na região oeste causa confusão. Nos dois sábados mais recentes, a Polícia Militar teve de usar bombas para dispersar foliões.
Histórico
Há pelo menos três anos a grande aglomeração de pessoas no Largo da Batata e a ação de vendedores clandestinos desafiam a Prefeitura e a polícia. Em 2017, o então secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, admitiu que a folia no Largo da Batata “saiu do controle”. Na ocasião, a expectativa era de que 250 mil pessoas passassem ali no fim de semana de pré-carnaval, mas o público registrado foi quase três vezes maior. Este ano, apenas no sábado passado, havia 400 mil foliões na área. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
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