
Para o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), tanto as manifestações do último domingo (26) em apoio ao governo Bolsonaro, quanto as ocorridas no dia 15, contra o contingenciamento das verbas da educação, “são legítimas e mostram que a democracia brasileira está viva”.
O deputado admitiu, no entanto, que ambos os movimentos passam mensagens que devem ser entendidas pela classe política.
Na manhã desta terça-feira (28), Maia participou de um encontro no Palácio da Alvorada com os presidentes da República, Jair Bolsonaro, do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para tratar de um pacto de um conjunto de metas e ações que será assinado pelos três Poderes.
De acordo com o ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que também estava presente, o pacto será construído em comum acordo entre os Poderes, sendo que o texto base já foi apresentado nesta terça durante o encontro, “praticamente validado por todos”.
Ao deixar o Ministério da Economia no final da manhã, Maia negou que esse pacto seja um desdobramento das manifestações recentes nas ruas. “O presidente Toffoli propôs o pacto entre os Poderes há dois meses. Não foi após as manifestações”, esclareceu.
Questionado se assinará o pacto proposto por Toffoli, Maia respondeu que levará o texto aos líderes da Câmara e só com o aval da maioria deles assinará o documento.
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