terça-feira, 30 de abril de 2019

eSocial foi prorrogado? Entenda o que mudou e o novo cronograma

Durante muito tempo se falou que o eSocial poderia ser prorrogado. Antes mesmo de o sistema entrar em vigor, as empresas brasileiras foram divididas em grupos de acordo com seu faturamento e os envios dos eventos foram faseados. Hoje os prazos da obrigação já estão acontecendo para alguns grupos, e diversas empresas brasileiras estão enviando as […]

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EUA declaram apoio à tentativa de Guaidó e militares de derrubar Maduro

O governo dos Estados Unidos demonstrou apoio nesta terça-feira (30) à tentativa da oposição venezuelana de derrubar o regime do presidente Nicolás Maduro com o auxílio de facções de Forças Armadas que romperam o chavismo.

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, expressou o “completo apoio” de seu país ao povo venezuelano “em sua busca pela liberdade e a democracia”, depois que o líder opositor Juan Guaidó anunciou a rebelião de um grupo de militares.

“A democracia não pode ser derrotada”, afirmou o secretário de Estado, que celebrou o início do que chamou “Operação Liberdade”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está monitorando a situação , informou a Casa Branca. “O presidente foi informado e estamos monitorando o andamento da situação”, disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, por e-mail.

*Com Estadão Conteúdo

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Ford fecha acordo de demissão incentivada com funcionários de fábrica no ABC

A Ford anunciou nesta terça-feira (30), por meio de nota, que fechou um acordo de “demissão incentivada” com os trabalhadores da fábrica de São Bernardo do Campo, que será desativada pela montadora ao longo de 2019 e está à venda.

Sem informar valores, a empresa disse que a compensação financeira aos trabalhadores que aderirem à demissão incentivada será definida pela condição do empregado (mensalista ou horista), tempo de trabalho e eventual contratação do funcionário por um potencial comprador da fábrica.

A fábrica emprega cerca de 3 mil pessoas.

O acordo também prevê requalificação profissional com cursos realizados em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, além de apoio psicológico.

A fábrica da Ford em São Bernardo é a única da marca que produz caminhões. O fechamento da fábrica, que será finalizado nos últimos meses de 2019, é resultado da decisão da empresa de sair do mercado de veículos pesados. A fábrica também produz o automóvel Fiesta, que sairá de linha.

A Ford tem buscado um comprador para a unidade, com ajuda do governo estadual, que tem dito que dará preferência ao comprador que preservar todos os empregos. Há uma negociação avançada com o grupo brasileiro Caoa.

“A Ford informa que as conversas com potenciais compradores da fábrica de São Bernardo do Campo continuam e reafirma seu compromisso em realizar todos os esforços possíveis para obter um resultado positivo”, diz a nota.

*Com Estadão Conteúdo

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Pelo Twitter, Bolsonaro diz que Brasil ‘reafirma apoio na transição democrática’ na Venezuela

Diante do posicionamento do presidente autoproclamado da Venezuela, Juan Guaidó, de que tem o apoio de militares contra o governo de Nicolás Maduro, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi ao Twitter declarar apoio ao opositor.

“O Brasil se solidariza com o sofrido povo venezuelano escravizado por um ditador apoiado pelo PT, PSOL e alinhados ideológicos. Apoiamos a liberdade desta nação irmã para que finalmente vivam uma verdadeira democracia”, escreveu em uma das mensagens publicadas na rede social no início da tarde desta terça-feira (30).

Em outra publicação, menos de uma hora depois, Bolsonaro disse que apoia a transição democrática no país vizinho. “O Brasil acompanha com bastante atenção a situação na Venezuela e reafirma o seu apoio na transição democrática que se processa no país vizinho. O Brasil está ao lado do povo da Venezuela, do presidente Juan Guaidó e da liberdade dos venezuelanos”.

Caos em Caracas

Centenas de venezuelanos tomaram as ruas de Caracas, nesta terça-feira (30), para mostrar apoio ao presidente do parlamento e auto-proclamado presidente interino, Juan Guaidó, e aos militares que se rebelaram com ele contra o governo de Nicolás Maduro. Guaidó anunciou  que “a família militar deu o passo, uma vez por todas”, para se unir à oposição.

Além de bloquear as ruas, as pessoas que apoiam a queda do regime chavista interpelavam quem estavam a caminho do trabalho e as incentivavam a aderir aos protestos e aos bloqueios. Há registros, no entanto, de confrontos entre opositores e forças do governo, com bombas de gás contra os presentes.

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Assista: veículos militares atropelam apoiadores de Guaidó

Um veículo militar blindado avançou contra apoiadores de Juan Guaidó, autoproclamado presidente da Venezuela, durante os atos de protesto nas ruas de Caracas nesta terça-feira (30). Imagens dos canais de televisão também mostram que um dos veículos foi incendiado. Tanto Guaidó quanto o ditador Nicolás Maduro convocaram a população para sair às ruas e a capital venezuelana vive um dia de extrema tensão.

Guaidó anunciou  que “a família militar deu o passo, uma vez por todas”, para se unir à oposição — e falou em colocar fim à usurpação. Maduro respondeu e disse que ainda conta com a lealdade dos militares.

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‘Se Guaidó falhar, certamente será preso’, diz especialista

Para o jornalista Leonardo Coutinho, as movimentações desta terça (30) na Venezuela resultarão em dois cenários: ou líder opositor Juan Guaidó consegue derrubar o regime de Nicolás Maduro ou será preso pelo governo. Em entrevista ao Jornal da Manhã 2° edição, o autor de “Hugo Chávez: o Espectro” classificou os atos como um “jogo de perde-ganha.”

“Se falhar, Guaidó certamente será preso pelo regime de Maduro”, afirmou o jornalista. “A quantidade de militares ao lado dele ainda é baixa, são cerca de 200 soldados. Isso, claro, pode gerar uma movimentação na população, mas também não garante que ele derrubará o governo”.

Segundo o escritor, já existem pedidos de prisão encaminhados para deter Guaidó assim que possível. “Há denúncias formais e uma cela esperando por ele. Pode ser prejudicial se acontecer, mas pode também reforçar a imagem dele frente à opinião pública”.

A tensão no país vizinho começou no início da manhã, quando Juan Guaidó afirmou ter o apoio do Exército para derrubar o regime chavista. “A família militar deu o passo, de uma vez por todas. A todos os que estão nos escutando: é o momento, o momento é agora, não só de calma, mas de coragem para seguirmos adiante” declarou em um vídeo.

Após o anúncio, centenas de venezuelanos tomaram as ruas de Caracas para mostrar apoio ao presidente do parlamento e autoproclamado presidente interino. As forças do governo reagiram aos protestos com bombas de gás lacrimogêneo e uso de tanques para dispersar a população.

Para Coutinho, no entanto, a situação no país ainda é complexa para se afirmar que o regime será derrubado. “Maduro tem apoio não só dos soldados, mas de milícias paramilitares com muita difusão entre a população. Precisamos ver o que vai acontecer durante o dia”.

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Venezuelanos tomam ruas em apoio a Guaidó; há relatos de confrontos

Centenas de venezuelanos tomaram as ruas de Caracas, nesta terça-feira (30), para mostrar apoio ao presidente do parlamento e auto-proclamado presidente interino, Juan Guaidó, e aos militares que se rebelaram com ele contra o governo de Nicolás Maduro. Guaidó anunciou  que “a família militar deu o passo, uma vez por todas”, para se unir à oposição.

Além de bloquear as ruas, as pessoas que apoiam a queda do regime chavista interpelavam quem estavam a caminho do trabalho e as incentivavam a aderir aos protestos e aos bloqueios. Há registros, no entanto, de confrontos entre opositores e forças do governo, com bombas de gás contra os presentes.

“Espero que este seja o dia da libertação da Venezuela”, disse à Agência Efe Omaira Guerra, uma das mulheres que aderiu aos protestos na Praça de Altamira, localizada na capital venezuelana.

De acordo com a manifestante, ela soube da situação após um telefonema de um familiar que vive no exterior, por isso avisou aos vizinhos e foi para a rua mostrar apoio a Guaidó, que se rebelou junto de um grupo de militares e do político Leopoldo López na base militar de La Carlota.

“Me dá esperança o que aconteceu em La Carlota, a convocação dos venezuelanos para que venham às ruas apoiar o presidente interino, Juan Guaidó”, afirmou Guerra.

Guerra explicou que a única maneira de se inteirar para se juntar aos protestos é pelas redes sociais como o Twitter e do que chamou “boca a boca”.

A mulher e um grupo de manifestantes tomaram a Avenida Francisco de Miranda, que cruza a praça e é uma das principais vias de Caracas.

 

*Com Agência EFE

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