
Na última sexta-feira (25), a barragem B1 da Mina Córrego do Feijão, localizada em Brumadinho, Minas Gerais, se rompeu, fazendo um mar de lama destruir toda a região. A barragem pertence à Vale, mineradora que já foi alvo de três bloqueios da Justiça, no total de R$ 11 bilhões, para auxiliar na reparação de danos. Até o momento, há confirmação de 60 mortos, 292 desaparecidos, 192 resgatados, 382 localizados e 135 desabrigados.
Acompanhe aqui em tempo real:
13h45 – O presidente em exercício general Hamilton Mourão afirmou que o gabinete de crise do governo está estudando a possibilidade de a diretoria da mineradora ser afastada de suas funções durante as investigações sobre o desastre. “Essa questão da diretoria da Vale está sendo estudada pelo grupo de crise. Vamos aguardar quais são as linhas de atuação que eles estão levantando”, disse a jornalistas ao deixar o Palácio do Planalto.
13h30 – O Corpo de Bombeiros anunciou que as tropas israelenses devem iniciar ainda nesta segunda (28) os trabalhos de buscas por vítimas. Um grupo de 129 militares especialistas no socorro de pessoas soterradas chegou na noite de domingo (27) ao Brasil. A operação foi coordenada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, com apoio de Yossi Shelley, embaixador de Israel no Brasil.
12h45 – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que planeja se reunir com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, para discutir a tragédia. Ao defender uma ação conjunta do sistema de Justiça, pediu prioridade na indenização das famílias e cobrou que a Vale seja responsabilizada “severamente”.
11h – Na manhã desta segunda-feira (28), o número de mortos chegou a 60. O porta-voz da corporação, tenente Pedro Aihara, anunciou que é “muito difícil” encontrar sobreviventes na lama de rejeitos. “É uma operação de guerra e a quantidade de minérios dificulta a realização dela na velocidade que as famílias desejam, infelizmente”.
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