terça-feira, 28 de abril de 2020

Trump reforça proibição de voos oriundos da Europa por tempo indeterminado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou na segunda-feira (27) a proibição da entrada no país de pessoas provenientes da Europa para conter a propagação do novo coronavírus.

“Estamos pensando nisso e pendentes de quanto tempo a Europa levará para se curar. A Itália está começando a se recuperar. Estou muito feliz em ver isso com meu amigo, o primeiro-ministro (Giuseppe Conte)”, declarou.

A afirmação foi feita durante entrevista coletiva após Trump ser questionado sobre uma possível anulação do veto que impede viajantes de grande parte da Europa de entrarem em território americano.

“É trágico o que aconteceu na Itália, na Espanha, na França e na Alemanha, honestamente. Muito em breve veremos o que acontece na Europa, mas queremos fazer isso (suspender o veto) e eles também querem, eles querem muito”, acrescentou.

A proibição da entrada de pessoas provenientes do Velho Continente começou no dia 14 de março por um período inicial de 30 dias e foi renovada por tempo indeterminado no último dia 13.

A medida afeta apenas os cidadãos estrangeiros, já que os americanos e pessoas que residem permanentemente no país podem, teoricamente, continuar viajando, embora o tráfego aéreo esteja praticamente suspenso.

*Com informações da EFE

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RJ irá inaugurar mais um hospital de campanha ainda nesta semana 

Mais um hospital de campanha vai ser inaugurado nesta semana no Rio de Janeiro. Trata-se do hospital do Rio-Centro, que fica entre Barra da Tijuca e Jacarepaguá, na zona oeste da capital.

Em tese, a estrutura do hospital já foi entregue, e finalizada, na semana retrasada. Entretanto, para a inauguração ainda faltavam equipamentos e profissionais médicos.A promessa da Prefeitura do Rio é que ele comece a operar no dia 1 de maio, mas não com a sua capacidade plena.

Outro hospital de campanha também foi inaugurado recentemente no Rio de Janeiro. Trata-se da unidade do Leblon, zona sul da capital carioca, obra totalmente bancada pela iniciativa privada. Ao todo, serão 200 leitos disponíveis, 100 de enfermagem e 100 de unidade de terapia intensiva (UTI). Porém, no momento, apenas 20 camas de UTI e 10 de enfermagem estão funcionando.

O primeiro hospital de campanha de total responsabilidade do estado do Rio de Janeiro vai ser inaugurado na semana que vem no complexo do Maracanã, na zona norte, com 80 leitos de UTI destinados para os pacientes mais graves com o coronavírus.

Das onze unidades planejadas, oito são de responsabilidade do estado, dois do município e um do governo federal.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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Gilmar reafirma que responsabilidade para determinar quarentena é dos Estados

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ressalta o papel dos estados e municípios na crise do coronavírus. Ele avalia que essas esferas tem poder e devem definir suas políticas contra a pandemia, não o governo federal.

Ele disse que cada região tem a sua realidade e condenou o acirramento nas relações num momento de necessária união. “A ideia de governadores atuando na esfera federal. Eu acredito que teremos um saldo federativo pró atitudes federativas. Espero que não seja de confronto, mas de cooperação. Esse é a minha expectativa.”

Gilmar Mendes discutiu a abrangência da Constituição Federal durante a pandemia. “Quando nós vemos essa nossa realidade, a dificuldade de encontrar os ‘invisíveis’ que seques estavam no cadastro governamental, isso nos enche de vergonha. É uma chaga que devemos banir.”

“Quando vemos a situação das nossas metrópoles com favelas, uma ameaça até para a saúde, vamos ter que rever isso tudo”, completou.

Já em entrevista à Folha, na live “Ao Vivo em Casa”, Gilmar Mendes afirmou que usar as Forças Armadas como milícia é injurioso com a própria instituição.

O ministro foi questionado sobre as manifestações em favor de uma intervenção militar e disse que “não se pode brincar com as instituições, não se pode brincar de tiranetes, de ditadura”.

“Quem diz ‘nós vamos usar as Forças Armadas para fechar o Supremo ou fechar o Congresso’ está usando as Forças Armadas, que são instituições do Estado, como se fossem suas milícias”, completou.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

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Brasil ‘sempre tem emoção’, diz Toffoli

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, resume o momento brasileiro e diz que, no país, “não falta emoção”.

“Tomamos medidas nos mais variados tipos no dia a dia da relação institucional e relação com a sociedade através da imprensa também que acompanha no cotidiano e não falta emoção no dia a dia, não falta emoção sequer no hora a hora do que nós estamos vivendo.”

Dias Toffoli participou de uma Vídeo-Conferência Nacional do Direito de Defesa e Advocacia Criminal. Segundo ele, o Supremo Tribunal Federal sempre enfrentou dificuldades e, “ao longo da sua história, se desencunbiu bem com essas dificuldades.”

“Não se pode confundir às vezes um estímulo de governante com um estímulo de ideologia ou de um fascismos que dominada a imprensa já há mais tempo, já há em um tempo anterior mais retomo. Você não pode compreender uma situação atual se você não compreender a história. O Supremo sempre passou por momentos difíceis, sempre passou por momentos de dificuldades e enfrentou momento difíceis com forte pressão.”

O presidente do Supremo Tribunal Federal ressalta que mais de 1.200 processos referentes a questões ligadas ao coronavírus já estão na corte máxima.

Dias Toffoli lembra o último levantamento do Conselho Nacional de Justiça, de 2018, aponta que o Brasil tem 78 milhões de processos para 18 mil juízes e o processo virtual deve se expandir no Brasil.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

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Uso obrigatório de máscaras no RJ faz taxa de isolamento cair

Desde que o uso de máscaras se tornou obrigatório na cidade do Rio de Janeiro por força de um decreto do prefeito Marcelo Crivella, o volume de pessoas nas ruas com o equipamento de proteção individual aumentou nitidamente.

Ao mesmo tempo, existe uma preocupação da parte das autoridades porque muitas pessoas se encorajaram e foram estimuladas a sair de casa e ir as ruas só porque estão utilizando a máscara de proteção.

Tanto é que a taxa de isolamento tem caído no Rio de Janeiro. Na semana passada, por exemplo, beirava 49% — enquanto a recomendação da OMS é que seja de 70% para que as medidas de confinamento tenham sucesso.

A preocupação é tao grande que Marcelo Crivella mandou um recado para a população carioca: máscara de proteção não é passaporte para as pessoas irem as ruas. “As máscaras não são um passaporte para a gente sair, não. É a proteção para aqueles que tem obrigação de sair por atividades essenciais.”

O uso de mascaras no Rio de Janeiro tem caráter educativo, não punitivo.E há outras cidades que também estão ou obrigando ou recomendando que as pessoas saiam as ruas com a mascara de proteção — seja profissional, semi ou caseira.

São elas: Rio capital, Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias, Petrópolis e Teresópolis.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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Diante à pandemia, concessionárias têm pior trimestre em 10 anos

O Brasil registrou o pior trimestre nas vendas de veículos em 10 anos. O presidente da Fenabrave, a Federação das Concessionárias, Alarico Assumpção Júnior contabiliza redução de 90% nos negócios, com empresas fechadas.

“Nós temos o pequeno, o médio e grande concessionário. E basicamente 90% desses portes de empresas são somados por pequenas e médias empresas. A falta de liquidez é tremenda.”

A liquidez é uma reclamação geral da cadeia automotiva, das pequenas autopeças as grandes montadoras, bem como das concessionárias de veículos.

“Primeiro crédito tanto para capital de giro para que as empresas possam ter caixa liquidez do seu negócio. Os bancos tem que chegar mais na ponto, nós somos parceiro. Hoje, mais 65% da colocação de veículos de mercado nós precisamos de fomentação, portanto, de financiamento. Quanto ao governo, o pedido é postergação para 120 dias de pagamento de impostos.”

O Brasil tem 7 mil e 300 concessionárias, que geram 315 mil empregos diretos. A Fenabrave destaca o reflexo de 5,2% no PIB, Produto Interno Bruto, brasileiro.

A pior queda nas vendas ocorreu em 2015 e 1026, quando o mercado caiu de 3,7 milhões veículos vendidos para 1,9 milhão. Agora os cálculos ainda não foram revistos, mas sobra naturalmente grande preocupação e a expectativa de um longo período para recuperação.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

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Estacionamentos enfrentam dificuldades com a pandemia do coronavírus

A pandemia do coronavírus afeta drasticamente a economia de todos os países, sejam eles de primeiro mundo ou subdesenvolvidos, não há diferenciação. Cada um enfrenta a crise da maneira que pode e com os recursos que tem. Todos sofrem, uns mais e uns menos.

Um dos setores que foi afetado severamente é o de estacionamentos. Com comércio, bares, restaurantes, hotéis, casas de shows, shoppings, entre outros fechados, a área tem que buscar alternativas a fim de minimizar os efeitos danosos.

Atualmente a maior parte das receitas dos estabelecimentos provém de mensalistas que trabalham em serviços essenciais e precisam guardar os seus carros ou motos.

Algumas medidas estão sendo tomadas pelos empresários, como a tentativa de renegociar os aluguéis, muitas vezes de espaços vultuosos. Outro esforço é o foco para a manutenção dos postos de trabalho.

O presidente do Sindicato das Empresas de Garagens e Estacionamentos, Marcelo Gait indica como está sendo este esforço.

“A pandemia vem atingindo o setor como um todo, que preliminarmente priorizou a sobrevivência dos empregos e das empresas no mês de março. Buscando os acordos para conseguir manter os aluguéis em dia com muita dificuldade, mas não conseguiram, a maioria das empresas, porque as receitas zeraram imediatamente.”

As empresas pleiteiam ainda a possibilidade de empurrar impostos como IPTU mais para a frente, mas por enquanto não houve nenhuma sinalização por parte do governo.

*Com informações do repórter Daniel Lian

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