
Ao fazer seu pronunciamento como candidato à presidente do Senado, o senador Alvaro Dias (Pode-PR) retirou a candidatura. Ele foi o quarto a discursar para o plenário durante a sessão preparatória deste sábado (02).
Em seu pronunciamento, ele afirmou que queria apenas alertar os colegas da necessidade de renovação e alternância no poder da Casa.
A disputa da presidência da Casa acontece me meio a um impasse sobre o voto aberto ou secreto. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, decidiu neste sábado (2) atender ao pedido formulado pelo Solidariedade e pelo MDB e determinar que seja secreta a votação. A decisão de Toffoli vai contra o que foi decidido pelos senadores em votação nesta sexta-feira (1), quando eles escolheram fazer uma votação aberta.
MDB e Solidariedade fizeram três pedidos ao STF: que fosse assegurada a validade do regimento interno da Casa que prevê a eleição de forma secreta; que fosse anulada a votação da “questão de ordem”, submetida ao plenário pelo senador Davi Alcolumbre (DEM), que tratava da votação aberta aos cargos da mesa diretora; e que fosse reconhecido que candidatos à Presidência do Senado Federal não possam em nenhum momento presidir reuniões preparatórias.
“Defiro o pedido incidental formulado (Petição/STF nº 3361/19) para assegurar a observância do art. 60, caput , do RISF, de modo que as eleições para os membros da Mesa Diretora do Senado Federal sejam realizadas por escrutínio secreto”, determinou Toffoli, em decisão assinada na madrugada deste sábado.
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