domingo, 28 de junho de 2020

Brasil registra 552 mortes e mais de 30 mil casos de Covid-19 em 24h

O Brasil registrou nas últimas 24 horas 552 mortes em decorrência do novo coronavírus, informou nesta domingo (28), o Ministério da Saúde. O total de óbitos no país é de 57.622.

No mesmo intervalo, o Brasil somou 30.476 notificações de novos casos de Covid-19. Ao todo, 1.344.143 pessoas foram contaminadas pelo vírus no Brasil.

O Brasil é o segundo país com mais casos e mortes por causa da doença. A lista é liderada pelos Estados Unidos, com 2.504.175 infecções e 125.484 óbitos, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).

*Com Estadão Conteúdo

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Mais de 500 mil pessoas morreram por Covid-19 em todo o mundo, diz universidade

O total de vítimas fatais da Covid-19 em todo o mundo passou de 500 mil, de acordo com compilação feita pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos. Às 18 horas (de Brasília) deste domingo, 28, a plataforma da universidade contabilizava 500.108 óbitos causados pelo coronavírus globalmente. O país que mais conta mortes por Covid-19 são os Estados Unidos (125.714), seguido do Brasil (57.070) e do Reino Unido (43.634).

A marca dos 500 mil óbitos causados pela Covid-19 foi alcançada horas depois da Johns Hopkins contar mais de 10 milhões de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus em todo o mundo.

Também neste domingo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou as 24 horas que mais contabilizaram casos de covid-19 em todo mundo (mais de 189 mil novas contaminações), com o Brasil liderando

*Com Estadão Conteúdo

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OMS anuncia recorde diário de novos casos de Covid-19 no mundo; Brasil está no topo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou neste domingo (28) um novo recorde de novos casos da Covid-19, considerando os dados de todo o planeta. De acordo com o órgão, foram identificadas mais 189.077 contaminações pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, sendo que “vários países reportaram seus maiores números de novos casos em um período de 24 horas”.

Entre os países que anunciaram novos recordes está os Estados Unidos, que contou mais 44,7 mil casos de Covid-19, superando o recorde do sábado (44,6 mil), segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país. Apesar do recorde americano, o Brasil foi novamente a nação que mais reportou novos casos da covid-19: 46.860.

O relatório da OMS aponta as Américas como região com mais novos casos da Covid-19: 117,1 mil. Na sequência aparecem o Sudeste Asiático (25,4 mil), o Mediterrâneo Oriental (17,9 mil) e a Europa (16,5 mil). Em números totais, as Américas também lideram; são mais 4,9 milhões de casos, quase metade do total global.

*Com Estadão Conteúdo

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Gilmar Mendes suspende processos que discutem correção de débitos trabalhistas

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu neste sábado (27) o julgamento de todos os processos em tramitação na Justiça trabalhista que discutem qual é o índice de correção a ser aplicado nos débitos trabalhistas, se a Taxa Referencial (TR) ou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A decisão atende a pedido liminar apresentado pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif), que busca declarar no STF a constitucionalidade da aplicação da TR para esses casos, regra defina pela reforma trabalhista de 2017.

Até que a Suprema Corte possa analisar essa solicitação, o ministro resolveu interromper temporariamente os processos que discutem a controvérsia. Isso porque, alegou a Consif ao STF, juízes e tribunais têm resistido a aplicar a TR para atualização dos débitos, e optado pelo IPCA, que resulta em valores maiores a serem pagos. Enquanto a TR está em 0%, o IPCA-E (acumulado trimestral do IPCA-15) fechou em 1,92% no acumulado de 12 meses, segundo dados de junho do IBGE.

No pedido, a Consif afirma que no contexto atual de pandemia se destaca o “enriquecimento sem causa que a aplicação do IPCA + 12% a.a. gerará para o credor trabalhista, na medida do endividamento, também sem causa, do devedor trabalhista”. Participante da ação, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou ao STF que a adoção do IPCA-E em substituição à TR terá desdobramentos e repercussões extremas sobre as finanças das empresas, “já combalidas com a crise advinda da pandemia da covid-19”.

Outro ponto de agravamento, afirmou a CNI, foi a formação de maioria no pleno do Tribunal Superior do Trabalho (TST) pela inconstitucionalidade da TR na correção de dívidas trabalhistas. Esse julgamento, no entanto, ainda será finalizado.

Para o ministro, o cenário de crise e a posição do TST apontaram ser urgente uma decisão sobre o caso já no âmbito do STF. “As consequências da pandemia se assemelham a um quadro de guerra e devem ser enfrentadas com desprendimento, altivez e coragem, sob pena de desaguarmos em quadro de convulsão social”, afirma Gilmar, segundo quem, nesse contexto de pandemia, a escolha do índice de correção de débitos trabalhistas ganha ainda mais importância.

Antes da decisão de Gilmar, os processos chegaram a ser pautados para o plenário em duas ocasiões, mas acabaram adiados. Por isso, em maio, a Consif pediu novamente que o ministro decidisse sobre a ação liminarmente. Segundo a Consif, há um grave quadro de insegurança jurídica, que pode se dificultar em razão da posição adotada pelo TST, que, segundo a entidade, tem determinado a substituição da TR pelo IPCA.

Na decisão, o ministro ainda afirma que, nos últimos tempos, o tribunal tem zelado pela adequação constitucional de medidas extremas que buscam conter os impactos da crise. “Individualmente, tenho defendido, inclusive de forma pública, a necessidade de o Poder Executivo Federal envidar esforços para a aprovação de benefícios sociais temporários que amenizem os impactos econômicos negativos da pandemia da Covid-19”, completa,

*Com Estadão Conteúdo

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Violência contra pessoas trans no Brasil aumenta 39%, diz pesquisa

No primeiro semestre deste ano, 89 pessoas transgênero foram assassinadas no Brasil, quantidade que supera em 39% a registrada no mesmo período de 2019, de acordo com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). Para a entidade, os números escancaram como a omissão de autoridades governamentais tem contribuído para que estejam no centro de um contexto amplo de vulnerabilidade, que inclui agora efeitos da pandemia de Covid-19.

“Os dados não refletem exatamente a realidade da violência transfóbica em nosso país, uma vez que nossa metodologia de trabalho possui limitações de capturar apenas aquilo que de alguma maneira se torna visível. É provável que os números reais sejam bem superiores. Mesmo com essas limitações, os dados já demonstram que o Brasil vem passando por um processo de recrudescimento em relação à forma com que trata travestis, mulheres transexuais, homens trans, pessoas transmasculines e demais pessoas trans. O que reforça a importância do nosso trabalho de monitoramento, incidência política e denúncias a órgãos internacionais”, escreve a Antra, que acrescenta que, em tentativa de suprir uma lacuna deixada pelo Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal decidiu, em junho de 2019, tratar os casos de transfobia com base na Lei nº 7.716/1989, na qual são tipificados os crimes de preconceito contra raça e cor.

Em nota, ao comentar os homicídios, a Antra antecipou respostas obtidas em entrevistas feitas para o projeto TransAção, de apoio a travestis e mulheres trans do Rio de Janeiro, a fim de elucidar como a suscetibilidade desse grupo populacional ocorre. A maioria (87,3%) das entrevistadas apontou como uma de suas principais necessidades a conquista de um emprego capaz de garantir seu próprio sustento. Além disso, 58,6% declararam pertencer ao grupo de risco de covid-19 e 94,8% que sofreram algum tipo de violência motivada por discriminação devido a sua identidade de gênero.

Ainda segundo a entidade, estima-se que cerca de 60% da população trans não conseguiu ter acesso ao auxílio emergencial concedido pelo governo federal ou benefício semelhante. Desenha-se, portanto, uma situação preocupante, tendo em vista que 29,3% das participantes do TransAção afirmaram sobreviver com uma renda média de até R$ 200; 39,7% com uma de valor entre R$ 200 e R$500; 27,6% com até um salário mínimo (R$1.045) e 3,4% com renda entre R$ 1.045 e R$ 3.135. Nenhuma delas declarou receber acima de três salários mínimos. Ou seja, mesmo quando têm uma fonte de recursos, a quantia é, majoritariamente, baixa, o que faz com que parte delas busquem ajuda de familiares, que, em alguns casos, as subjugam a agressões dentro da própria residência.

No comunicado, a Antra também destaca que não há, até o momento, levantamentos abrangentes sobre as dificuldades enfrentadas pela comunidade LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, intersexo e outros) durante a crise sanitária, produzidos por iniciativa das diferentes esferas de governo. Para a Organização das Nações Unidas (ONU), os LGBTI+ estão entre as parcelas populacionais mais expostas à pandemia, motivo pelo qual, defende, se deve reivindicar aos governos políticas específicas de proteção social.

*Com Agência Brasil

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Estados Unidos batem recorde de novos casos de infectados pelo coronavírus

Os Estados Unidos superaram neste domingo (28) o recorde alcançado no sábado (27) de novos casos da Covid-19 no país: foram 44.703 casos identificados nas últimas 24 horas ante 44.602 no mesmo período anterior. Antes disso, o maior número de casos registrados em um dia havia sido em 6 de abril, com 43.438.

Os dados são do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês). Os novos números fazem do atual momento o mais crítico para os EUA desde o começo da pandemia, primeira vez confirmando mais de 34 mil casos por dia durante cinco dias consecutivos.

No total, segundo o CDC, 2.504.175 contaminações pelo coronavírus aconteceram nos EUA, sendo que 125.484 infectados acabaram morrendo por causa da doença, o maior número em todo o mundo. Nas últimas 24 horas, as vítimas fatais da Covid-19 no país foram 508.

*Com Estadão Conteúdo

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Rolling Stones ameaçam processar Trump por uso indevido de músicas; entenda

O grupo Rolling Stones alertou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para não utilize mais suas músicas em seus comícios e que, se ele continuar a fazê-lo, será processado. Um comunicado da banda, publicado pela imprensa norte-americana, afirma que essa questão já está com sua equipe jurídica e que eles estão em contato com a associação internacional que protege os direitos autorais, IMC, para impedir que o uso não autorizado por Trump das músicas dos Rolling Stones continue.

A campanha de Trump usou a música “You Can’t Always Get What You Want” em seu último comício de Tulsa, Oklahoma, embora ele já tenha feito isso pela primeira vez em um comício de 2016. “Esta poderá ser a última vez que o presidente Donald Trump usa músicas dos Stones”, diz um comunicado da banda, citado pelo jornal “Deadline”, especializado em informações sobre Hollywood e o mundo do entretenimento.

“A equipe jurídica dos Stones está trabalhando com o IMC. A BMI notificou a campanha de Trump em nome dos Stones que o uso não autorizado de suas músicas constituirá uma violação do contrato de licença. Se Donald Trump ignorar a exclusão e persistir, enfrentará um processo judicial por tocar música de uma forma não autorizada”, afirmou o comunicado.

Em um tuíte de 2006, a banda já havia declarado que não apoiava Donald Trump. Não é a primeira vez que o presidente Trump tem problemas em utilizar músicas em seus comícios e de uma maneira não autorizada pelos autores.

A família de Tom Petty, que morreu em 2017, alertou a Trump para não usasse a canção usar “I Won’t Back Down” no comício de Tulsa. Em um tuíte, a família do artista considerou que, além de não ter sido autorizado, o cantor nunca desejaria que sua música fosse usada “em uma campanha de ódio”.

*Com EFE

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