
Em Portugal, ao menos 30 pessoas ficaram feridas por causa de incêndios florestais na região central do país. Desde sábado (20), nove pessoas precisaram ser encaminhadas a hospitais para receber atendimento médico.
Cinco regiões ainda estão em alerta máximo para incêndios devido à seca e os ventos. As chamas chegaram a atingiu alguns imóveis e, por precaução, algumas família tiveram que sair das casas.
Segundo a Defesa Civil do país, cerca de 1700 bombeiros, 480 veículos e 23 aeronaves participaram do combate ao fogo. A maior parte dos agentes está no município de Vila de Rei, onde o incêndio na região já se espalhou por cerca de 25 km.
As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas. Para o ministro da Administração Interna de Portugal, Eduardo Cabrita, o fogo pode ter sido criminoso.”É estranho que todos tenham começado entre às 14h30, 15h e 15h30, cinco incêndios de dimensão significativa numa zona muito próxima”, ressaltou.
O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, também se pronunciou sobre os incêndios no centro do país. Ele disse que a prioridade é o combate às chamas. “Haverá tempo para fazer balanços, comparações, retirar lições, mas agora há uma prioridade muito clara, que é que haja a normalização e estabilização de uma situação que está afetando tantas populações.”
A imprensa local afirma que “alguns elementos e artefatos pirotécnicos” foram encontrados e podem ter causado o incêndio.
Entre janeiro e abril desde ano, incêndios na Europa já consumiram 250 mil hectares, 38% a mais do que em todo o ano passado.
*Com informações da repórter Afonso Marangoni
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