quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Para conter efeitos da inflação, Argentina amplia congelamento de preços de alimentos

O governo da Argentina aumentou de 70 para 130 o número de produtos que passam a ter os preços congelados nos supermercados. A iniciativa incide sobretudo sobre itens essenciais, como leite, frutas e produtos de limpeza.

O objetivo é tentar conter os efeitos negativos da inflação de 55% ao ano sobre o orçamento das famílias mais pobres.

Criado na gestão de Cristina Kirchner, a lista contava inicialmente com cerca de 500 itens — mas foi reduzida durante o governo do ex-presidente Mauricio Macri.

Segundo o chefe de gabinete do presidente Alberto Fernández, Santiago Cafiero, os preços poderão aumentar apenas com a supervisão da equipe econômica. O governo Fernandéz passou as últimas semanas em reunião com produtores e empresários do ramo de supermercados.

Durante a corrida presidencial, a vice-presidente Cristina Kirchner criticou Mauricio Macri por ter substituído produtos de primeira por itens de pior qualidade na lista de preços congelados.

Segundo a última estimativa, 40% dos argentinos vivem na pobreza.

*Com informações da repórter Lívia Fernanda

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